
Doenças funcionaise motilidade gastrointestinal
Investigação aprofundada, exames especializados e acompanhamento contínuo para identificar a causa dos seus sintomas digestivos, e não apenas tratá-los.
Se a resposta for sim para um ou mais sintomas abaixo, e isso se repete há semanas ou meses, vale a pena investigar a causa com uma especialista em doenças funcionais, e não apenas tratar o sintoma isoladamente.
Se você já ouviu “é ansiedade” ou “isso é normal” sem uma investigação mais a fundo, o problema não é você: é a falta de uma abordagem completa. Sintomas gastrointestinais persistentes merecem ser investigados com método.
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Disbiose intestinal
A disbiose intestinal é o desequilíbrio entre bactérias boas e ruins no intestino, e pode causar distensão abdominal, gases, alterações do hábito intestinal, desconforto após as refeições e até relação com intolerâncias alimentares. É uma condição comum, mas que costuma passar despercebida em exames de rotina, exatamente por não ser uma doença estrutural, e sim funcional.
O diagnóstico da disbiose intestinal envolve avaliação clínica detalhada, histórico alimentar e, quando indicado, exames complementares como o teste respiratório para SIBO e IMO, condições frequentemente associadas ao quadro.
Refluxo e azia que não passam: pode ser mais do que o estômago.
A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) acontece quando o conteúdo do estômago volta para o esôfago com frequência. Os sintomas mais comuns são azia, queimação no estômago ou no peito, regurgitação, gosto amargo na boca, pigarro e tosse crônica. Quando o refluxo é frequente e não tratado, pode causar esofagite e, em alguns casos, esôfago de Barrett.
Muitos pacientes usam inibidores de bomba de prótons por meses ou anos sem melhora completa. Nesses casos, vale investigar a causa: o problema pode estar na motilidade do esôfago, no esvaziamento do estômago ou em hábitos que alimentam o quadro. A avaliação inclui histórico clínico detalhado e, quando indicado, exames como endoscopia digestiva alta, manometria esofágica e pHmetria de 24 horas, para um diagnóstico preciso e um tratamento individualizado.
Intestino preso há meses? Descubra a causa, em vez de depender de laxantes.
A constipação intestinal crônica é caracterizada por evacuar menos de três vezes por semana, fazer força excessiva, ter fezes ressecadas ou sentir que o intestino nunca esvazia por completo, por mais de três meses. É uma das queixas mais comuns no consultório de gastroenterologia e costuma vir acompanhada de barriga estufada, gases e desconforto abdominal.
As causas são variadas: síndrome do intestino irritável com constipação, excesso de metano intestinal (IMO), dissinergia do assoalho pélvico, hipotireoidismo, baixa ingestão de fibras e água e uso frequente de laxantes. Por isso, o tratamento só funciona quando a causa é identificada. A investigação envolve avaliação clínica, análise dos hábitos e, quando necessário, exames como o teste respiratório para IMO, a manometria anorretal e o estudo do trânsito colônico.
Mais do que tratar um sintoma isolado, a proposta é compreender o funcionamento do aparelho digestivo e investigar os fatores que podem estar relacionados ao quadro de cada paciente.
Dura mais de quatro semanas ou volta após o tratamento
A diarreia que dura mais de quatro semanas ou volta mesmo após o tratamento pode estar ligada à síndrome do intestino irritável com diarreia, doença celíaca, SIBO, intolerância à lactose, má absorção ou diarreia por ácidos biliares. Se a diarreia não melhora, há evacuações urgentes ou perda de peso, procure um gastroenterologista.
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Intolerância ao glúten
Doença autoimune desencadeada pelo glúten, presente no trigo, na cevada e no centeio. Pode causar diarreia, inchaço, dor abdominal, anemia, perda de peso e deficiência de vitaminas, e também pode ocorrer sem sintomas digestivos evidentes. A investigação envolve exames de sangue, como o anticorpo anti-transglutaminase, e, quando indicado, biópsia do intestino delgado. Ela deve ser feita antes da retirada do glúten da dieta. O tratamento é a exclusão completa do glúten por toda a vida.
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Helicobacter pylori
A bactéria causa gastrite e úlcera gástrica e duodenal, e aumenta o risco de câncer de estômago. Sintomas comuns são dor no estômago, má digestão, náuseas, queimação e mau hálito. O diagnóstico é feito por endoscopia com biópsia, teste respiratório com ureia ou antígeno fecal. O tratamento usa antibióticos e protetor gástrico, com confirmação da cura depois.
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Supercrescimento bacteriano e excesso de metano
O SIBO ocorre quando bactérias em excesso se instalam no intestino delgado, causando gases, distensão abdominal, diarreia ou constipação e má absorção. O IMO é o crescimento excessivo de arqueias produtoras de metano, muito ligado à constipação e à barriga estufada. Ambos são identificados pelo teste respiratório de hidrogênio e metano. O tratamento envolve antibióticos específicos, ajuste da dieta e correção da causa de base para evitar recaídas.
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Lactose, frutose e FODMAPs
Causam gases, diarreia, inchaço e dor abdominal após as refeições. Identificar os alimentos responsáveis, com testes respiratórios e dieta de exclusão supervisionada (como a low FODMAP), evita restrições desnecessárias e melhora a qualidade de vida.
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Gastroparesia, dispepsia funcional e outros
Quando o intestino ou o estômago se movimentam de forma lenta ou descoordenada, surgem constipação, refluxo, náuseas, vômitos, saciedade precoce e digestão lenta. Exemplos: gastroparesia, dispepsia funcional, inércia colônica e pseudo-obstrução intestinal. Exames como cintilografia de esvaziamento gástrico, manometria e trânsito colônico mostram onde está o problema.
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Quando há indicação clínica, o diagnóstico das doenças funcionais do aparelho digestivo pode envolver exames especializados.
Exame que auxilia na identificação de supercrescimento bacteriano e intolerâncias alimentares.
Avalia o funcionamento e a motilidade do esôfago.
Investiga a função do intestino final e do assoalho pélvico, importante em casos de constipação crônica.
Exames de referência para o diagnóstico preciso do refluxo.
Avalia diretamente esôfago, estômago e duodeno.

Gastroenterologista em Sinop-MT
CRM/MT 15696RQE 7802
Médica formada pela Faculdade Atenas em 2018 e atuo como gastroenterologista em Sinop, com especialização em doenças intestinais e foco em doenças funcionais do intestino e motilidade gastrointestinal.
Meu objetivo é simples: proporcionar mais qualidade de vida aos meus pacientes e ajudá-los a seguir o tratamento no dia a dia.
Por isso, meu atendimento é próximo. Escuto a história de cada paciente, olhando para a pessoa como um todo, investigando as possíveis causas antes de definir o tratamento e construindo o plano terapêutico junto com o paciente, sempre com explicações claras.
Quando necessário, conto com uma equipe multiprofissional de parceiros para oferecer um acompanhamento mais completo.
Cuido de condições como constipação crônica, refluxo, SIBO, distensão abdominal e intolerâncias alimentares, com foco em doenças funcionais do intestino e motilidade gastrointestinal.
Formação
Distensão abdominal frequente não é normal quando persiste por semanas ou meses. Pode estar relacionada a disbiose intestinal, SIBO, intolerâncias alimentares ou distúrbios da motilidade gastrointestinal, e merece investigação especializada.
SIBO é o supercrescimento bacteriano no intestino delgado. Os sintomas mais comuns incluem distensão abdominal, gases, alterações do hábito intestinal e desconforto após as refeições. O diagnóstico costuma envolver teste respiratório específico.
Sim. Quando o refluxo persiste mesmo com tratamento medicamentoso, pode ser necessário investigar a motilidade do esôfago com exames como manometria esofágica e pHmetria de 24 horas, para identificar a causa com precisão.
A alternância entre constipação e diarreia é um padrão comum em distúrbios funcionais do intestino, e pode estar associada a disbiose intestinal ou intolerâncias alimentares. A investigação clínica ajuda a identificar a causa específica.
Não necessariamente. A indicação de exames, incluindo a endoscopia digestiva alta, é individualizada e definida a partir da avaliação clínica, nem todo paciente precisa de todos os exames disponíveis.
Ambas as modalidades estão disponíveis. A Dra. Laila realiza consultas presenciais, em Sinop-MT, e também consultas online, por telemedicina.
Sim. Realizamos atendimentos pelo convênio Unimed.
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Dra. Laila Nahass · Gastroenterologista | CRM/MT 15696 | RQE 7802
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